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CCB promove diálogo sobre o legado do Papa Francisco um ano após sua morte

  • Postado em: 30 de abril de 2026

O Centro Cultural de Brasília (CCB) realizou, no dia 24 de abril, uma roda de conversa em memória do Papa Francisco, reunindo especialistas para discutir a atualidade de seu pensamento e os desafios de preservar seu legado, um ano após sua morte.

O encontro teve como eixo a obra A tradição dinâmica, do escritor Gabriel Marquim, e contou com a participação do diretor do CCB, Paulo Veríssimo, SJ, do editor da Editora Carpintaria, Felipe Koller, e da Ir. Sueli Bellato.

A programação incluiu uma abertura inspirada na obra Viva a poesia, de Antonio Spadaro, além da exposição do catálogo da Editora Carpintaria.

Durante o evento, os participantes destacaram a centralidade da sensibilidade, da escuta e da criatividade no pensamento de Francisco. Segundo Paulo Veríssimo, SJ, manter viva a memória do pontífice integra a missão institucional do CCB. “Esta noite celebra a memória de Francisco, mas também aprofunda nosso compromisso com o seu legado”, afirmou.

Ao abordar a relação entre fé e cultura, ele ressaltou a forma como Francisco associava poesia e cotidiano. Para ele, o papa propunha um “existir poético”, baseado na liberdade e na capacidade de reconhecer beleza nas experiências comuns.

Felipe Koller apresentou o trabalho da Editora Carpintaria e afirmou que a proposta da instituição dialoga com a perspectiva de uma espiritualidade mais livre e madura, característica do pontificado de Francisco. Ao comentar A tradição dinâmica, explicou que a obra analisa como o papa lidava com tensões entre tradição e renovação na Igreja.

“Não se trata de escolher entre uma coisa e outra, mas de reconhecer essa tensão como elemento criativo”, disse. Segundo Koller, temas como sinodalidade e cuidado com a “casa comum” sintetizam esse legado.

A irmã Sueli Bellato destacou aspectos da trajetória pessoal de Francisco, como a origem em uma família de migrantes e a convivência com diferentes contextos sociais. Para ela, essas experiências contribuíram para a construção de uma liderança marcada pela proximidade com as pessoas. Bellato também mencionou o compromisso do pontífice com a justiça social, expresso na defesa dos “três Ts” — terra, teto e trabalho — e na atenção a populações vulneráveis. Ela ressaltou ainda iniciativas voltadas à participação das mulheres na Igreja e à promoção de uma estrutura mais sinodal.

Ao final, o diretor do CCB afirmou que o legado de Francisco se traduz na construção de uma cultura institucional mais aberta e menos rígida. “O pensamento rígido não é divino”, disse, ao destacar uma vivência da fé baseada no amor, na liberdade e na criatividade.

O evento integra as ações do CCB voltadas à preservação da memória do pontífice e à promoção de espaços de reflexão sobre espiritualidade e sociedade.

Fonte: Centro Cultural de Brasília (CCB)

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