Ir para o conteúdo

home

Instagram Facebook Youtube
  • Quem Somos
  • Preferências Apostólicas
  • Exercícios Espirituais
  • Seja um Jesuíta
  • Fale Conosco
  • Serviço de Cuidado e Proteção
  • Quem Somos
  • Preferências Apostólicas
  • Exercícios Espirituais
  • Seja um Jesuíta
  • Fale Conosco
  • Serviço de Cuidado e Proteção
  • Colaboração, Fé
    e Espiritualidade
  • Nossa
    Vida-Missão
  • Educação
  • Paróquias, Igrejas,
    Santuários e Capelanias
  • Justiça
    Socioambiental
  • Juventude
    e Vocações
  • Patrimônio
    Histórico e Cultural
  • Preferência
    Apostólica Amazônia
  • Colaboração, Fé
    e Espiritualidade
  • Nossa
    Vida-Missão
  • Educação
  • Paróquias, Igrejas,
    Santuários e Capelanias
  • Justiça
    Socioambiental
  • Juventude
    e Vocações
  • Patrimônio
    Histórico e Cultural
  • Preferência
    Apostólica Amazônia
  • Podcasts
  • Agenda

Fé e Alegria dá os primeiros passos para retomar atividades no RS

  • Postado em: 26 de junho de 2024
Foto: Tuane Fernandes

A Igreja Santíssima Trindade, localizada junto ao Centro Social de Educação e Cultura Vila Farrapos, de Fé e Alegria em Porto Alegre, tem 3,5 m de altura. Conta o Pe. Vicente Zorzo, SJ, coordenador do Centro, que, quando ela foi fundada, há cerca de 50 anos, o Pe. Blásio Raymundo Vogel, SJ, disse que iria construir uma igreja em que nenhuma enchente chegaria. “E a água não chegou. Faltaram 60 cm para que chegasse, e essa população estava na igreja”, relata padre Vicente ao lembrar da noite de 03 de maio, quando as águas do Rio Guaíba invadiram o bairro, inundando Fé e Alegria e levando os passantes a buscarem abrigo ali. 

Naquela madrugada, passaram pela Paróquia mais de 200 pessoas e 60 cachorros, e todos foram resgatados em segurança. “Ficamos mais de 30 horas com elas, até virem a segurança, os bombeiros e voluntários para nos tirarem dali”, lembra o jesuíta. 

A partir daquele dia, o centro de Fé e Alegria na capital gaúcha permaneceu inundado durante quatro semanas, e apenas quando as águas baixaram, no início de junho, foi possível ter a dimensão do que foi perdido e do trabalho que ainda há pela frente. 

Além das perdas de tudo que estava no centro, como equipamentos, móveis e mantimentos, colaboradores, voluntários e atendidos também perderam suas casas. Desde o primeiro momento, Fé e Alegria esteve comprometida a auxiliar seus educandos e familiares, colaboradores e comunidade em geral, oferecendo apoio, reunindo famílias e distribuindo doações.

Crianças de volta ao centro

Hoje, enquanto segue alerta quanto à possibilidade de novas chuvas fortes, a equipe local da Fundação já dá os primeiros passos para voltar à normalidade e poder prestar seus serviços. Cerca de 30 crianças e adolescentes atendidos pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos já estão frequentando o centro semanalmente. “É importante que venham, porque assim elas passam a ter disciplina, organização e as famílias se sentem mais seguras”, reforça Pe. Vicente.

O jesuíta conta que os educandos começaram a ser recebidos na cozinha, um dos primeiros ambientes do Centro a serem limpos e ativados. “Então as crianças vêm e recebem uma boa refeição. Talvez seja a única refeição do dia delas e, quando vão de volta para casa, enviamos algum material de higiene, de limpeza e a família fica feliz porque a criança veio ao projeto e levou algo útil para casa”, ele explica, ressaltando que o mais importante é acolher as pessoas e manter viva a chama da fé e da esperança. 

Apoio de parceiros impulsiona retomada

Para que esse movimento de retomada seja possível, Fé e Alegria conta com o auxílio de financiadores, parceiros, voluntários e com doações feitas pelo site doeagora.fealegria.org.br/sosriograndedosul/. 

Um dos principais apoios veio da Fundação Entreculturas em conjunto com a Inditex. A organização lançou um projeto, com duração de 18 meses, para colaborar com Fé e Alegria e o Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados (SJMR Brasil), para oferecer apoio material e psicossocial às pessoas afetadas pelas cheias. 

O projeto visa a distribuição de bens essenciais para 8 mil pessoas, a reconstrução de equipamentos de centros educativos e sociais, beneficiando mensalmente cerca de 400 pessoas, e a proteção e apoio psicológico à população afetada. Este projeto soma-se ao apoio estável da Inditex no Brasil no âmbito da aliança com a Fundação Entreculturas, pelo qual nas últimas duas décadas foram beneficiadas mais de 60 mil pessoas.

Outra importante parceria veio da organização DU99, que viabilizou a limpeza das salas do Centro. A organização fez um mutirão com o auxílio de voluntários, que permitiu a limpeza desses espaços em poucos dias. “Ainda estamos limpando, para depois poder reconfigurar os espaços, esperar as paredes secarem para que possamos pintar”, explica Pe. Vicente. 

Além desses apoiadores, a Fundação também conta com o apoio de outras obras da Companhia de Jesus, como o Colégio Anchieta, que tem auxiliado no atendimento às famílias e na reconstrução do Centro Social, assim como de organizações locais, que ajudam com doações de itens essenciais.

Veja imagens do Centro Social Vila Farrapos após a enchente:

Fonte: Fé e Alegria Brasil
Fotos: Tuane Fernandes



Compartilhe

AnteriorAnteriorSão Luís Gonzaga é celebrado com missa e benção especial
PróximoOs Jesuítas sabem rirPróximo

Últimas notícias

Sares participa de Plenária Ampliada de Planejamento do Fórum Amazonense de Reforma Urbana

Reitoria de Nossa Senhora de Lourdes inicia celebrações da padroeira

Marcelo Barros lança livro sobre cinema e compromisso social no CCB

Comentários

  • Exercícios Espirituais
  • Seja um Jesuíta
  • Fale Conosco
  • Exercícios Espirituais
  • Seja um Jesuíta
  • Fale Conosco
  • Quem Somos
  • Preferências Apostólicas
  • Quem Somos
  • Preferências Apostólicas

Siga nossas redes sociais

Instagram Facebook Youtube

Jesuítas do Brasil © 2024 | Todos os direitos reservados