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Lula abre COP30 defendendo aliança entre justiça social e justiça climática no coração da Amazônia

  • Postado em: 6 de novembro de 2025
Foto: EBC – Empresa Brasil de Comunicação

Henrique Souza via Central de Midia COP30

Ao abrir oficialmente a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o enfrentamento da crise ambiental precisa caminhar lado a lado com o combate à desigualdade. O discurso com pouco mais de 10 minutos, marcou o início da cúpula em Belém (PA), que pela primeira vez acontece na Amazônia, unindo simbolismo e urgência diante dos alertas científicos.

Segundo Lula, “A justiça climática é aliada ao combate à fome e à pobreza, da luta contra o racismo e a desigualdade de gênero e da promoção de uma governança global mais representativa e inclusiva.” A afirmação sublinha a principal mensagem do presidente: a defesa de uma transição ecológica que também seja socialmente justa, capaz de garantir dignidade às populações mais vulneráveis.

Lula lembrou que 2025 marca os 80 anos da fundação da ONU e uma década do Acordo de Paris, destacando que o multilateralismo precisa ser revitalizado com responsabilidade compartilhada. “A COP30 será a COP da verdade. É o momento de levar a sério os alertas da ciência”, disse o presidente, ao chamar líderes mundiais para decisões concretas que superem a desconfiança e a lentidão nas negociações climáticas.

A abertura da Cúpula do Clima ocorre em meio a um cenário de expectativa internacional: 67 falas de chefes de Estado, líderes financeiros e representantes de órgãos da ONU estão previstas para este primeiro dia de debates, que continuam nesta sexta-feira (07), iniciando pelo discurso do secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, representante do Papa Leão XIV. As discussões devem detalhar compromissos sobre transição energética, financiamento climático e o novo papel dos países amazônicos na agenda global de preservação.

Belém, destacou Lula, “honrará os legados das COPs 28 e 29”, tornando-se palco de decisões que podem redefinir o compromisso do mundo com a sustentabilidade e a justiça social.

Fonte: Rádio Amar e Servir

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