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Em Manaus, Sares assessora evento da Arquidiocese em preparação à COP30

  • Postado em: 6 de outubro de 2025

Entre os dias 03 e 05 de outubro, a Arquidiocese de Manaus (AM), por meio da Comissão de Ecologia Integral e das Pastorais Sociais, promoveu a caminhada Manaus Rumo à COP30, com assessoramento do Serviço Amazônico de Ação, Reflexão e Educação Socioambiental (Sares). Foram três dias de mobilização, espiritualidade e compromisso coletivo, unindo comunidades, movimentos sociais e lideranças religiosas na defesa da Amazônia e de seus povos.

Com a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) se aproximando — que acontecerá em novembro de 2025, em Belém (PA) —, o evento buscou inserir Manaus no contexto das preparações regionais e populares rumo ao encontro global, fortalecendo a participação amazônica nos debates sobre justiça climática e socioambiental.

Vigília Popular pela Amazônia – Vozes do Povo e da Terra

O primeiro dia, 03 de outubro, foi marcado pela Vigília Popular pela Amazônia – Vozes do Povo e da Terra, na Praça do Congresso, no centro da capital. O encontro reuniu representantes de diferentes denominações religiosas e organizações sociais para refletir sobre a preservação da floresta, o acesso ao saneamento básico e o papel da sabedoria dos povos indígenas na construção de um futuro sustentável.



A programação contou com rodas de conversa populares, momentos de espiritualidade ecumênica e inter-religiosa e a leitura do manifesto Vozes do Povo e da Terra, que reafirma o compromisso com o cuidado da Casa Comum e a presença ativa da Amazônia na COP30.

Jubileu da Terra, da Água e da Floresta

No dia 04 de outubro, festa de São Francisco de Assis, padroeiro da Ecologia, aconteceu o Jubileu da Terra, da Água e da Floresta, com uma peregrinação pelas ruas do centro de Manaus. O trajeto partiu da Igreja Nossa Senhora dos Remédios e seguiu até a Catedral Metropolitana, onde foi celebrada a Eucaristia presidida pelo cardeal Leonardo Steiner, arcebispo de Manaus, concelebrada pelo bispo auxiliar dom Tadeu Samuel Ferreira e pelo frei José Maria, da Comissão de Ecologia Integral.

Foto: Arquidiocese de Manaus

Durante o percurso, três paradas convidaram os participantes à reflexão sobre os elementos água, terra e floresta, reconhecendo-os como bens ameaçados e reafirmando o compromisso com o cuidado da criação. “Somos chamados a cuidar de tudo o que foi criado por Deus, a reconhecer que a vida na Terra é dom e compromisso”, afirmou o cardeal Steiner durante a celebração.

Jubileu dos Povos Originários

Encerrando as atividades, no dia 05 de outubro, o Jubileu dos Povos Originários reuniu lideranças e entidades indígenas no Parque do Mindú, símbolo de biodiversidade e ancestralidade em Manaus. O encontro celebrou a resistência, a cultura e a espiritualidade dos povos amazônicos, em comunhão com o Jubileu da Esperança convocado pela Igreja.

Em sua fala, o cardeal Leonardo Steiner destacou os povos indígenas como sinais de esperança e de conversão ecológica: “Nós que vivemos da Terra e com a Terra somos chamados a uma nova relação com o meio ambiente. Que a sociedade se converta, que aprendamos a viver juntos na Casa Comum, não para dominar e destruir, mas para partilhar a vida.”

Foto: CNBB Regional Norte 1

O arcebispo também recordou o esforço da Igreja no Brasil em torno da questão ambiental, especialmente por meio das Campanhas da Fraternidade, e alertou que “ainda há corações surdos à dor da Terra”, convidando todos à conversão ecológica e à escuta das vozes da criação.

Caminho até Belém

As atividades em Manaus simbolizam o engajamento da Igreja na Amazônia e das obras da Companhia de Jesus com a defesa da vida e da Casa Comum. Em continuidade a essa caminhada, o Sares — integrante da Rede Jesuíta de Justiça Socioambiental (RJSA) — marca presença na COP30, em Belém (PA), participando desde já da articulação da Cúpula dos Povos, espaço de integração entre movimentos sociais, comunidades tradicionais, Igrejas e organizações da sociedade civil.

A iniciativa reforça o compromisso de dar visibilidade às vozes amazônicas, promover a escuta e o diálogo intercultural e inspirar caminhos de justiça socioambiental e esperança, em sintonia com a missão da Companhia de Jesus e o apelo do Papa Francisco por uma ecologia integral e uma conversão global do coração.

Fonte: Paam

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